Ingresso e permanência de estudantes indígenas na universidade

desafios para uma agenda epistemológica em construção

  • Ana Cláudia Gomes Souza UNILAB
Palavras-chave: Universidade, UFBA, Estudantes Indígenas, Ações Afirmativas, Autoantropologia

Resumo

A nova diversidade étnico-racial que passou a caracterizar, desde 2005, a Universidade Federal da Bahia (UFBA) através do seu Programa de Ações Afirmativas e o ingresso de estudantes indígenas e quilombolas, levou-me a observar o espaço universitário para a compreensão de como esses novos sujeitos se apropriam desse espaço e protagonizam essa nova realidade. Desse modo, na pesquisa realizada envidei esforços para reconstituir a história da presença dos estudantes indígenas nesses dez anos de ações afirmativas da UFBA, a partir do levantamento de dados etnográficos produzidos na interação com os estudantes. No presente artigo apresento e problematizo algumas das questões que suscitei ao realizar o trabalho de campo, tomando como locus de investigação a universidade, o protagonismo dos universitários indígenas cotistas e a interação que desenvolvemos em campo.

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Biografia do Autor

Ana Cláudia Gomes Souza, UNILAB
Doutorado em antropologia (PPGA/UFBA), professora adjunta UNILAB (Campus Malês), pesquisadora do PINEB/UFBA.
Publicado
2019-12-04
Como Citar
Souza, A. C. (2019). Ingresso e permanência de estudantes indígenas na universidade. Cadernos De Campo (São Paulo 1991), 28(2), 67-85. Recuperado de http://www.journals.usp.br/cadernosdecampo/article/view/143961
Seção
Artigos e Ensaios