DERRIDA E BARTHES: POR ENTRE SINGULARIDADES E PLURALIDADES

  • Raquel Campos Universidade de Brasília (UnB)
Palavras-chave: Derrida, Barthes, Singularidade, Pluralidade, Morte.

Resumo

Através da homenagem feita por Derrida a Barthes em seu ensaio “As mortes de Roland Barthes”, o artigo pretende traçar os pontos de encontro entre os dois pensadores em meio à pluralidade de suas ideias e na singularidade das mesmas. “Essa singularidade penetrada me alcança de um golpe, me fere ou me assassina e, em princípio, parece olhar diretamente para mim. […] A mim se dirige a singularidade absoluta do outro” (2008, p.275), como afirma Derrida em seu ensaio. Os pontos intransponíveis entre um indivíduo e outro criam as singularidades, ao mesmo tempo em que contribuem, aporeticamente, à pluralidade de caminhos, possibilidades e ideias. O aparente paradoxo entre esses dois pontos e a coexistência de ambos em um mesmo espaço serão analisados, na tentativa de encontrar consonâncias entre dois tão importantes pensadores, distintos, mas que, por vezes, trabalharam em suas respectivas obras com questões similares.

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Biografia do Autor

Raquel Campos, Universidade de Brasília (UnB)
Doutoranda do Programa de Pós-graduação em Literatura na Universidade de Brasília (UnB)

Referências

BARTHES, Roland. O grau zero da escrita. Lisboa: Edições 70, 2006.

CAMPOS, Haroldo de. Metalinguagem & outras metas: ensaios de teoria e crítica literária. São Paulo: Perspectiva, 2013.

DERRIDA, Jacques. “As mortes de Roland Barthes”. RBSE – Revista Brasileira de Sociologia da Emoção, v. 7, n. 20, pp. 264 a 336. Agosto de 2008.

DERRIDA, Jacques. The work of mourning. Chicago: The university of Chicago press, 2001.

Publicado
2015-12-30
Como Citar
Campos, R. (2015). DERRIDA E BARTHES: POR ENTRE SINGULARIDADES E PLURALIDADES. Revista Criação & Crítica, (spe), 18-21. https://doi.org/10.11606/issn.1984-1124.v0ispep18-21