A concepção cartesiana da liberdade nos Princípios da Filosofia

Autores

  • Mariana de Almeida Campos Universidade Estadual do Rio de Janeiro

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2447-9012.espinosa.2010.89403

Palavras-chave:

Descartes, Liberdade, Livre-arbítrio, Espontaneidade, Vontade

Resumo

O objetivo deste artigo é apresentar uma resposta a dois problemas presentes na teoria cartesiana da liberdade tal como é desenvolvida nos Princípios da Filosofia. O primeiro refere-se às diferenças entre a versão latina e a tradução francesa dos Princípios no que concerne à definição de liberdade. O segundo refere-se à controvérsia, existente no contexto da literatura secundária, sobre se a teoria cartesiana da liberdade desenvolvida nos Princípios seria distinta daquela desenvolvida nas Meditações Metafísicas. Como pano de fundo desta discussão encontra-se um problema clássico, a saber, o problema da relação entre o que parecem ser duas concepções de liberdade: liberdade como livre-arbítrio e liberdade como espontaneidade. Tendo em vista esse problema, é nossa pretensão também responder, sobre como, precisamente, deveríamos compreender a relação entre essas duas concepções na teoria da liberdade desenvolvida por Descartes nos Princípios.

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Publicado

2010-08-15

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

Campos, M. de A. (2010). A concepção cartesiana da liberdade nos Princípios da Filosofia. Cadernos Espinosanos, 23, 73-93. https://doi.org/10.11606/issn.2447-9012.espinosa.2010.89403