http://www.journals.usp.br:80/jhgd/issue/feedJournal of Human Growth and Development2019-06-04T08:37:53-03:00Vitor Valentivitor.valenti@unesp.brOpen Journal Systems<div> <p>O Journal of Human Growth and Development (anteriormente denominada Revista Brasileira de Crescimento e Desenvolvimento Humano) é revista de acesso aberto, revisada por pares, que publica artigos de pesquisa originais e de revisão, nas diversas áreas das ciências da vida. O Journal of Human Growth and Development foi fundado em 1991 pelo professor Arnaldo Augusto de Siqueira. - Informamos que o Journal of Human Growth and Development continua a ser editado agora pela UNESP e está disponível no link: <a href="http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/jhgd">http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/jhgd</a></p> </div>http://www.journals.usp.br:80/jhgd/article/view/157742Método científico e pesquisas em saúde: orientação para prática profissional2019-06-04T08:37:53-03:00Sandra Dircinha Teixeira de Araújo Moraessandradircinha@gmail.com<p>Na área da saúde a pesquisa é projetada para desenvolver dados fidedignos sobre problemas e necessidades importantes para o indivíduo/comunidade, com foco, em especial, para orientar a prática dos profissionais. Atualmente, devido a inúmeras inovações na área da saúde, a tomada de decisão em saúde necessita estar pautada em princípios científicos que é processo cotidiano integrante do ritmo de vida, produto e motivo de interesses sociais em confronto baseado no aprendizado não resumido à mera reprodução. Nesse contexto, ao considerar que a qualidade das pesquisas está diretamente ligada à apresentação dos resultados, destaca-se a importância da construção de protocolos de pesquisa que apresentem o passo a passo de técnicas de organização e análise dos dados, ao entender que o pesquisador quando de posse de dados coletados, deve ter a certeza de que ao serem trabalhados respeitando a técnica escolhida, indicarão as evidências do estudo, com possibilidades de chegar a um novo conhecimento com o mínimo de viés que pode acontecer. Assim, entende-se a importância de dar ênfase ao método científico como caminho para desenvolvimento da pesquisa cientifica para que assim se alcance os objetivos traçados, propiciando cada vez mais a rigorosidade das pesquisas para dar visibilidade a informações que possibilitem as práticas profissionais conscientes e dentro de critérios que contribuam para tomada de decisão sobre o cuidado com base em informações científicas validadas.</p>2019-05-06T00:00:00-03:00##submission.copyrightStatement##http://www.journals.usp.br:80/jhgd/article/view/157747Exclusão social em ambientes de atenção primária: chegou a hora da medição2019-06-04T08:37:52-03:00Patrick O’Donnellkhalifa_elmusharaf@yahoo.comKhalifa Elmusharafkhalifa_elmusharaf@yahoo.com<p>A exclusão social é um conceito que tem sido discutido e debatido em muitas disciplinas nas últimas décadas. Em 2006, a Rede de Conhecimento de Exclusão Social da OMS publicou um relatório detalhando seu trabalho explicando a relevância da exclusão social para o domínio da saúde. Como parte desse trabalho, os autores formularam uma definição complexa de exclusão social que se mostrou difícil de adaptar ou operacionalizar nos contextos de saúde. Analisamos esse trabalho da OMS e outras evidências publicadas, e decidimos que a exclusão social é um conceito que vale a pena medir no nível individual nos contextos de saúde. Sugerimos que o espaço da atenção primária à saúde, em particular, seja um cenário ideal para fazer essa medição. Examinamos as ferramentas de medição de exclusão social existentes e examinamos as abordagens adotadas por seus autores e os vários domínios que mediram. Propomos agora desenvolver e validar essa ferramenta para uso em ambientes de atenção primária.</p> <p align="LEFT">settings.</p> <p> </p>2019-05-06T12:48:54-03:00##submission.copyrightStatement##http://www.journals.usp.br:80/jhgd/article/view/150807“I don’t know if I have the courage”: reproductive choices in times of Zika2019-06-04T08:37:52-03:00Ana Rosa Linde Ariasanarosa.lindearias@umb.eduElisa Tristan-Cheeveretristan-cheever@challiance.orgGrace FurtadoGrace.Furtado001@umb.eduEduardo SiqueiraCarlos.Siqueira@umb.edu<p>Neste estudo transnacional, pretendemos fornecer informações sobre as opiniões e atitudes das mulheres em relação aos seus direitos reprodutivos durante a epidemia do Zika. Mulheres de diferentes nacionalidades e etnias foram recrutadas em vários locais do Brasil, Porto Rico e Estados Unidos. Foram realizadas entrevistas semiestruturadas que sugerem que as decisões reprodutivas dos participantes estavam intimamente relacionadas às convicções pessoais e crenças culturais, e suas ações e pensamentos foram incorporados em suas normas socioculturais. A maioria das mulheres entrevistadas comunicou que é preciso coragem para tomar a decisão extrema, emocional e esmagadora de fazer um aborto. Os achados deste estudo sugerem que mulheres de diferentes países e regiões, e com diferentes níveis de capital social, enfrentam os mesmos conflitos relativos às decisões reprodutivas. Assim, defendemos a importância de considerar crenças e comportamentos culturais ao implementar medidas de prevenção ou proteção à saúde para controlar epidemias. Esta epidemia pode ser mais uma oportunidade para melhorar a saúde das mulheres, fortalecendo serviços de planejamento familiar culturalmente sensíveis e um amplo espectro de intervenções de saúde pública.</p>2019-05-06T10:56:51-03:00##submission.copyrightStatement##http://www.journals.usp.br:80/jhgd/article/view/140229Motor development analysis of three-year-old children born preterm through the Motor Development Scale - Case Report2019-06-04T08:37:52-03:00Gabriela Vieira Germano de Souzagabrielagermano_rg@hotmail.comJanaine Brandão Lageja.bl@terra.com.brElaine Leonezi Guimarãeselaineleoneziguimaraes@gmail.com<p align="LEFT"> <strong>Introdução: </strong>A prematuridade e o baixo peso ao nascimento são condições que podem comprometer o desenvolvimento normal da criança nas diferentes etapas evolutivas. Considerando que estas condições podem acarretar atraso na aquisição de habilidades motoras, é importante avaliar, detectar e prevenir as possíveis alterações no desenvolvimento motor.</p> <p><strong>Objetivo: </strong>Analisar a influência da prematuridade e do baixo peso ao nascimento no desenvolvimento motor de crianças na faixa etária de três anos de idade, relacionando a idade cronológica com a idade motora geral.</p> <p><strong>Método: </strong>Trata-se de uma análise com cinco casos de crianças nascidas pré-termo 32,1 (±1,82) semanas e com baixo peso 1704 (± 384,41) gramas, idade cronológica média de 43,2 (±2,59) meses, avaliadas por meio da Escala de Desenvolvimento Motor (EDM) no Laboratório de Eletromiografia e Cinemática (LAELCIN) da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), considerando as variáveis idade motora geral (IMG) e idade cronológica (IC).</p> <p><strong>Relato: </strong>As cinco crianças nascidas pré-termo e com baixo peso apresentaram diferença entre a idade motora geral média (37,6, ±7,40) meses e a idade cronológica média (43,2, ±2,59) meses, indicando atraso no desenvolvimento motor.</p> <p><strong>Conclusão: </strong>Observou-se ausência de linearidade das variáveis, indicando atraso no desenvolvimento motor, justificando assim, a necessidade e importância do acompanhamento longitudinal dessa população para detecção e intervenção precoce.</p> <p align="justify" class="western" lang="en-US"> </p>2019-05-06T12:11:29-03:00##submission.copyrightStatement##http://www.journals.usp.br:80/jhgd/article/view/145001Adaptação Transcultural do instrumento de vigilância do desenvolvimento infantil “Survey of Wellbeing of Young Children (SWYC)” no contexto brasileiro2019-06-04T08:37:52-03:00Rafaela Silva Moreirarafaela.moreira@ufsc.brLivia de Castro Magalhãesrafaela.moreira@ufsc.brCláudia Machado Siqueirarafaela.moreira@ufsc.brCláudia Regina Lindgren Alvesrafaela.moreira@ufsc.br<p><strong>Introdução: </strong>Diante da escassez de instrumentos de avaliação do desenvolvimento infantil adaptados culturalmente, validados e viáveis para uso na prática clínica no Brasil, é necessário maior investimento para disponibilização de recursos com boas propriedades psicométricas para uso clínico e cientifico.</p> <p><strong>Objetivo: </strong>Analisar o processo de adaptação transcultural do instrumento de vigilância do desenvolvimento infantil “Survey of Wellbeing of Young Children (SWYC)” no contexto brasileiro.</p> <p><strong>Método: </strong>O SWYC é um instrumento de vigilância do desenvolvimento infantil, comportamento e fatores de risco para crianças menores de 65 meses, constituído pelos questionários - Developmental Milestones, Parent’s Observations of Social Interactions (POSI), Baby Pediatric Symptom Checklist (BPSC), Preschool Pediatric Symptom Checklist (PPSC) e Family Questions. A adaptação transcultural seguiu as etapas recomendadas pela literatura e participaram 45 pais do primeiro pré-teste e 27 do segundo pré-teste. Para análise das propriedades de medida foi utilizada análise fatorial (Kaiser-Meyer-Olkin–KMO), cálculo da validade convergente (Average Variance Extracted - AVE) e confiabilidade (consistência interna - Cronbach’s Alpha - CA).</p> <p><strong>Resultados: </strong>No primeiro pré-teste, os pais compreenderam apenas 31% dos itens. O comitê de especialistas reanalisou e modificou os questionários. No segundo pré-teste, o índice de compreensão foi 77%, dando origem a versão final. Os questionários Developmental Milestones, BPSC e PPSC foram considerados unidimensionais (KMO = 0,62 a 0,95) e apresentaram AVE = 0,52 a 0,73 e CA = 0,55 a 0,97.</p> <p><strong>Conclusão: </strong>Análise da qualidade dos itens, da validade convergente e da consistência interna da versão brasileira do SWYC revelou propriedades de medida satisfatórias, mostrando-se um instrumento promissor para uso clinico e em pesquisas com crianças no Brasil.</p>2019-05-06T12:17:23-03:00##submission.copyrightStatement##http://www.journals.usp.br:80/jhgd/article/view/157746Relevância diagnóstica dos Gráficos de Recorrência na caracterização de Saúde, Doença ou Morte, em humanos2019-06-04T08:37:52-03:00Moacir Fernandes de Godoymf60204@gmail.comMichele Lima Gregóriomf60204@gmail.com<p>Gráficos de recorrência (GR) têm sido utilizados para avaliar sistemas dinâmicos complexos, sendo o corpo humano um excelente modelo. Foram analisados os elementos quantitativos e qualitativos do GR na diferenciação de Saúde, Doença e Morte. Séries temporais de batimentos cardíacos normais foram coletadas em recém-nascidos saudáveis (Grupo A1), crianças saudáveis (Grupo A2), adultos jovens saudáveis (Grupo A3), adultos saudáveis de meia-idade (Grupo A4), idosos residentes em casas de repouso (Grupo B), indivíduos com doença renal crônica avançada (Grupo C) e indivíduos com morte encefálica declarada ou em estado de morte iminente (Grupo D). O grupo A3 apresentou a melhor homeostase (menor recorrência). Os grupos A1 e D apresentaram os maiores valores de recorrência. Em termos visuais qualitativos, o Grupo A3 apresentou distribuição mais difusa e uniforme, um indicativo de melhor homeostase e o Grupo D foi totalmente linear, a pior condição. Um padrão parabólico foi claramente evidenciado. Em conclusão, foi possível, utilizando a correlação de apenas duas variáveis (SDNN e TT), diferenciar tanto de modo quantitativo como qualitativo os estados de Saúde, Doença e Morte usando GR.</p>2019-05-06T12:55:21-03:00##submission.copyrightStatement##http://www.journals.usp.br:80/jhgd/article/view/157749Mapa da vulnerabilidade social do município de Natal-RN em nível de setor censitário2019-06-04T08:37:52-03:00Isabelle Ribeiro Barbosaisabelleribeiro@oi.com.brRuana Clara Bezerra Gonçalvesisabelleribeiro@oi.com.brReginaldo Lopes Santanaisabelleribeiro@oi.com.br<p align="LEFT"><span style="font-family: Arial-BoldMT; font-size: medium;"><strong>Introdução: </strong></span><span style="font-family: ArialMT; font-size: medium;">O conceito de vulnerabilidade a descreve como a coexistência, cumulatividade ou </span>sobreposição espacial de situações de pobreza e privação social e de situações de exposição a risco ambiental, onde estão presentes a exposição ao risco, incapacidade de reação e dificuldade de adaptação diante da materialização do risco.</p> <p align="LEFT"><span style="font-family: Arial-BoldMT; font-size: medium;"><strong>Objetivo: </strong></span><span style="font-family: ArialMT; font-size: medium;">Avaliar a distribuição espacial do Índice de Vulnerabilidade Social em nível de setor </span>censitário para o município de Natal, RN, Brasil.</p> <p align="LEFT"><span style="font-family: Arial-BoldMT; font-size: medium;"><strong>Método: </strong></span><span style="font-family: ArialMT; font-size: medium;">Estudo ecológico que utilizou os 895 setores censitários do município de Natal. Foi </span>aplicada a técnica de Análise dos Componentes Principais com oito variáveis relativas ao capital humano, infraestrutura urbana, renda e trabalho, obtidas do Censo demográfico 2010. O resultado foi categorizado a partir do escore Z e a classificação obtida foi utilizada para produção do mapa. Foram utilizados os programas SPSS 22.0 e QGIS 2.8.</p> <p align="LEFT"><span style="font-family: Arial-BoldMT; font-size: medium;"><strong>Resultados: </strong></span><span style="font-family: ArialMT; font-size: medium;">O Teste de esfericidade de Bartlett obteve p<0,05, o KMO foi de 0,769, </span>as comunidades tiveram cargas fatoriais superiores a 0,60. A análise aplicada ao modelo possibilitou a extração de três fatores: Fator 1 (relacionado ao capital humano), o Fator 2 (Renda e Trabalho) e o Fator 3 (Infraestrutura Urbana), explicando conjuntamente 71,56% da variância total. O Fator 1 foi o que melhor discriminou a vulnerabilidade no município de Natal, mostrando áreas de baixa vulnerabilidade nos bairros dos distritos Sul e leste da cidade e áreas de elevada vulnerabilidade nas zonas periféricas do Oeste e Norte. Para os Fatores 2 e 3, a maior parte dos setores foram classificados dentro da faixa considerada de média vulnerabilidade.</p> <p align="LEFT"><span style="font-family: Arial-BoldMT; font-size: medium;"><strong>Conclusão: </strong></span><span style="font-family: ArialMT; font-size: medium;">No município de Natal, existem diferenças significativas nas condições </span>socioeconômicas e demográficas de sua população, com áreas de concentração de riscos sociais e ambientais.</p> <p> </p>2019-05-06T13:19:08-03:00##submission.copyrightStatement##http://www.journals.usp.br:80/jhgd/article/view/157750Perfil das Tentativas de Suicídio Atendidas em um Hospital Público de Rio Branco, Acre de 2007 a 20162019-06-04T08:37:52-03:00Andreia Cristina Vilas Boasdionatas@icbusp.orgQuiria Ribeiro da Silva Monteirodionatas@icbusp.orgRomeu Paulo Martins Silvadionatas@icbusp.orgDionatas Ulises de Oliveira Meneguettidionatas@icbusp.org<p align="LEFT"><span style="font-family: Arial-BoldMT; font-size: medium;"><strong>Introdução: </strong></span><span style="font-family: ArialMT; font-size: medium;">Estima-se que 1 milhão de mortes por suicídio ocorram anualmente no mundo, e </span>estudos sugerem que há 10 a 40 tentativas para cada consumação de suicídio, revelando seu alto impacto (pessoal, social e econômico) e sendo considerado pela OMS como um grave problema de saúde pública.</p> <p align="LEFT"><span style="font-family: Arial-BoldMT; font-size: medium;"><strong>Objetivo: </strong></span><span lang="JA" style="font-family: ArialMT; font-size: medium;">Avaliar o perfil das tentativas de suicídio registradas no banco de dados de um </span>hospital público de Rio Branco/AC, no período de 2007 a 2016.</p> <p align="LEFT"><span style="font-family: Arial-BoldMT; font-size: medium;"><strong>Método: </strong></span><span lang="JA" style="font-family: ArialMT; font-size: medium;">Este é um estudo retrospectivo-descritivo, com secundária. A amostra foi composta </span>por 569 casos de tentativas de suicídio de pessoas residentes na cidade de Rio Branco. A análise foi realizada por meio de frequências simples, absolutas e relativas das variáveis, estratificadas por ano de tratamento, sexo, faixa etária, métodos utilizados e região de residência.</p> <p align="LEFT"><span style="font-family: Arial-BoldMT; font-size: medium;"><strong>Resultados: </strong></span><span lang="JA" style="font-family: ArialMT; font-size: medium;">Houve uma diferença significativa em relação ao gênero após uma mudança </span>no sistema em 2014, e a frequência no gênero feminino foi maior. A intoxicação foi o método mais comumente usados, principalmente por mulheres. O grupo de maior risco foi de 10 a 29 anos, totalizando mais de 70% dos casos, revelando uma maior prevalência de tentativas de suicídio em adolescentes e adultos jovens.</p> <p align="LEFT"><span style="font-family: Arial-BoldMT; font-size: medium;"><strong>Conclusão: </strong></span><span lang="JA" style="font-family: ArialMT; font-size: medium;">O presente estudo aponta que as tentativas de suicídio no município de Rio </span>Branco/AC são mais frequentes em adolescentes e jovens adultos, de ambos os sexos, na faixa etária dos 10 a 29 anos, sendo a intoxicação medicamentosa o método mais utilizado, principalmente entre as mulheres.</p> <p> </p>2019-05-06T13:40:01-03:00##submission.copyrightStatement##http://www.journals.usp.br:80/jhgd/article/view/157752Sífilis adquirida: construção e validação de tecnologia educativa para adolescentes2019-06-04T08:37:52-03:00Shayane Bezerra dos SantosItalla.Bezerra@emescam.brAna Paula de Araújo MachadoItalla.Bezerra@emescam.brLarissa Alves SampaioItalla.Bezerra@emescam.brLuiz Carlos de AbreuItalla.Bezerra@emescam.brItalla Maria Pinheiro BezerraItalla.Bezerra@emescam.br<p><strong>Introdução: </strong>Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a sífilis voltou a ser uma doença de alta prevalência, apresentando-se como um grave problema de saúde pública. Esta Infecção Sexualmente Transmissível (IST) está presente em todos os estratos sociais, países desenvolvidos e em desenvolvimento, nos portadores do vírus do HIV tanto quanto imunocompetentes, em homens e mulheres.</p> <p><strong>Objetivo: </strong>Validar um álbum seriado direcionado para adolescentes no ambiente escolar.</p> <p><strong>Método: </strong>Trata-se de um estudo do tipo metodológico, no qual se refere a investigações dos métodos de obtenção e organização de dados para construir, validar e avaliar instrumentos e técnicas de pesquisa que possam posteriormente ser utilizados por outras pessoas.</p> <p><strong>As etapas metodológicas são: </strong>levantamento bibliográfico, construção do álbum seriado, validação junto aos juízes especialistas e validação com público alvo. Após a obtenção dos dados, a análise dar-se-á pelo software Statistical Package for the Social Sciences (SPSS), versão 20.0, dispondoos, posteriormente, em tabelas. Este projeto de pesquisa será submetido a um Comitê de Ética em Pesquisa Envolvendo Seres Humanos delegado pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP) através da Plataforma Brasil, conforme Resolução 466/12.</p> <p><strong>Inovação: </strong>Este é o primeiro trabalho com objetivo de validar um álbum seriado direcionado para adolescentes no ambiente escolar, desenvolvido por profissionais especialistas no assunto e com capacidade de disponibilizar informações importantes, resultando em medidas preventiva que influenciam diretamente nos serviços de saúde.</p>2019-05-06T13:59:28-03:00##submission.copyrightStatement##http://www.journals.usp.br:80/jhgd/article/view/157754Relações entre o desempenho motor e a composição corporal de adolescentes escolares2019-06-04T08:37:52-03:00Giliard Moresgiliardmores@hotmai.comAlexandre de Souza Nunesgiliardmores@hotmai.comRenan José de Moura Batistagiliardmores@hotmai.comLuiz Felipe Petusk Coronagiliardmores@hotmai.comCarlos Alexandre Habitantegiliardmores@hotmai.com<p align="LEFT"><span style="font-family: Arial-BoldMT;"><strong>Introdução: </strong></span><span style="font-family: ArialMT;">A coordenação motora é uma interação harmoniosa entre diversos </span>sistemas corporais para produzir ações cinéticas precisas e equilibradas. Diagnosticar níveis de desempenho motor em crianças e adolescentes pode favorecer a prevenção, conservação e melhoria da saúde e qualidade de vida. A composição corporal pode interferir consideravelmente na coordenação motora, principalmente em situações de sobrepeso e obesidade.</p> <p align="LEFT"><span style="font-family: Arial-BoldMT;"><strong>Objetivo: </strong></span><span style="font-family: ArialMT;">Analisar relações entre desempenho motor e composição corporal de </span>escolares.</p> <p align="LEFT"><span style="font-family: Arial-BoldMT;"><strong>Método: </strong></span><span style="font-family: ArialMT;">Foram avaliados em 105 escolares a coordenação motora através do teste </span>KTK (Körperkoordinationstest für Kinder) considerando o Quociente Motor (QM) e a composição corporal por meio do Percentual de Gordura Corporal (%GC) e Índice de Massa Corporal (IMC).</p> <p align="LEFT"><span style="font-family: Arial-BoldMT;"><strong>Resultados: </strong></span><span style="font-family: ArialMT;">Os resultados da composição corporal demonstraram que pelo IMC </span>(38% e 36%) e %GC (28% e 22%) dos meninos e meninas, respectivamente, foram classificados no grupo Acima do Ideal. Com relação ao desempenho motor as meninas apresentaram valores de QM inferiores aos dos meninos (p<0,001). O grupo com %GC Abaixo do Ideal apresentou maiores valores de QM que os grupos Ideal (p<0,05) e Acima do Ideal (p<0,05). Foi observada correlação inversa entre o QM, o %GC e o IMC (r=-0,432 e r=-0,254, respectivamente).</p> <p align="LEFT"><span style="font-family: Arial-BoldMT;"><strong>Conclusão: </strong></span><span style="font-family: ArialMT;">existem relações entre composição corporal e coordenação motora de </span>adolescentes entre 11 e 14 anos, específicas ou não ao sexo e a faixa etária.</p> <p> </p>2019-05-06T14:37:15-03:00##submission.copyrightStatement##http://www.journals.usp.br:80/jhgd/article/view/157755Mortalidade por acidentes de trânsito, antes e após redução da velocidade média de veículos automotores na cidade de SãoPaulo, Brasil, no período de 2010 a 20162019-06-04T08:37:51-03:00Pablo de Almeida Leitãoedige@usp.brItalla Maria Pinheiro Bezerraedige@usp.brEdige Felipe de Sousa Santosedige@usp.brSilmara de Lira Ribeiroedige@usp.brJéssica Miwa Takasuedige@usp.brJuliana Spat CarlessoItalla.Bezerra@emescam.brMarcelo Ferraz Camposedige@usp.brLuiz Carlos de Abreuedige@usp.br<p align="LEFT"><span style="font-family: Arial-BoldMT; font-size: small;"><strong>Introdução: </strong></span><span lang="JA" style="font-family: ArialMT; font-size: small;">Os acidentes de trânsito representam um relevante problema global de saúde pública e </span>estão associados a fatores comportamentais, segurança dos veículos e precariedade do espaço urbano. Configuram-se como importantes causas de morbidade e mortalidade devido ao número crescente de veículos, mudanças no estilo de vida e comportamentos de risco na população geral.</p> <p align="LEFT"><span style="font-family: Arial-BoldMT; font-size: small;"><strong>Objetivo: </strong></span><span lang="JA" style="font-family: ArialMT; font-size: small;">Analisar a mortalidade por acidentes de Trânsito, notificados no município de São Paulo, </span>Brasil, antes e após redução da velocidade média de veículos automotores.</p> <p align="LEFT"><span style="font-family: Arial-BoldMT; font-size: small;"><strong>Método: </strong></span><span lang="JA" style="font-family: ArialMT; font-size: small;">Trata-se de estudo de séries temporais com microdados oficiais do Sistema de Informação </span>sobre Mortalidade. Os dados foram coletados por local de ocorrência e de residência para o município de São Paulo, SP, Brasil. A fonte de dados foi a Declaração de Óbito. Dados da população foram obtidos por intermédio de estimativas realizadas pela fundação SEADE para os anos intercensitários e para 2010, coletados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística do Brasil (IBGE). Dados dos óbitos por acidentes de Trânsito foram coletados usando a décima revisão da Classificação Internacional de Doenças (V00- V89) pelo total da população e foram estratificadas em grupos de idades (<10 anos, 10-19 anos, 20-49 anos, 50 anos e mais), município (São Paulo) e anos do calendário (2010, 2011, 2012, 2013, 2014, 2015 e 2016). Foram calculadas as taxas de mortalidade brutas e padronizadas, por sexo e faixa etária. Foram utilizadas as medidas de mortalidade para construção de séries temporais através do modelo de regressão de Prais-Winsten. Todas as análises foram efetuadas no programa estatístico Stata 14.0.</p> <p align="LEFT"><span style="font-family: Arial-BoldMT; font-size: small;"><strong>Resultados: </strong></span><span lang="JA" style="font-family: ArialMT; font-size: small;">Foram notificados 7,288 óbitos por acidentes de Trânsito ocorridos na cidade de São </span>Paulo de residentes da capital do estado, durante o período 2010 a 2016. A maior proporção de óbitos ocorreu entre indivíduos do sexo masculino, com idade entre 20-49 anos, cor da pele branca, estado civil solteiro, entre 4 e 7 anos de estudo. 72.55% dos óbitos ocorreram dentro de hospitais e/ou outros estabelecimentos de saúde. Os óbitos variaram de 1,200 em 2010 para 779 em 2016. A mortalidade padronizada por acidentes de Trânsito entre 2010 e 2016 variou de 10.04 para 6.29 por 100 mil habitantes.</p> <p align="LEFT"><span style="font-family: Arial-BoldMT; font-size: small;"><strong>Conclusão: </strong></span><span lang="JA" style="font-family: ArialMT; font-size: small;">Observou-se diminuição dos óbitos relacionados aos acidentes de trânsito em indivíduos </span>acima de 20 anos. Após redução da velocidade média de veículos automotores na cidade de São Paulo, o declínio da mortalidade por acidentes de trânsito foi mais acentuado entre indivíduos com 50 anos ou mais, com diferenças para homens e mulheres.</p> <p> </p>2019-05-06T14:39:23-03:00##submission.copyrightStatement##http://www.journals.usp.br:80/jhgd/article/view/137142Complicações bucais em crianças e adolescentes hospitalizadas durante o tratamento antineoplasico2019-06-04T08:37:51-03:00Ana Paula Welterlilian.rigo@imed.edu.brGraziela Oro Cericatolilian.rigo@imed.edu.brLuiz Renato Paranhoslilian.rigo@imed.edu.brTito Marcel Lima Santoslilian.rigo@imed.edu.brLilian Rigolilianrigo@imed.edu.br<p><strong>Introdução: </strong>Durante o tratamento antineoplásico, células normais também são afetadas, incluindo assim, as células da mucosa oral, o que potencialmente causa complicações orais.</p> <p><strong>Objetivo: </strong>O presente trabalho teve por objetivo avaliar a prevalência das principais complicações bucais e índice de higiene oral em crianças e adolescentes submetidas à quimioterapia e/ou radioterapia.</p> <p><strong>Método</strong>: O delineamento é do tipo observacional de prevalência realizado em um Hospital do Sul do Brasil. Foram coletados dados de 21 pacientes de 5 a 12 anos de idade em tratamento, a partir de um questionário auto aplicativo para os responsáveis pelos pacientes e um exame clínico intraoral. Os indicadores utilizados foram o índice CPOD (dentes cariados, perdidos e obturados) para cárie dentária, o índice IHOS (higiene oral simplificada) para Higiene Oral e a presença de mucosite, xerostomia e candidíase.</p> <p><strong>Resultados: </strong>A maior parte da amostra era do sexo masculino (57,1%) média de 8 anos de idade (dp 2,92), diagnosticados com leucemia (47,6%). Todos os participantes receberam quimioterapia como tratamento de escolha e 38,1% receberam radioterapia como parte do tratamento. Os resultados evidenciariam presença de mucosite em 61,9% e xerostomia em 28,6% dos pacientes. Nenhum paciente apresentou candidíase durante o exame clínico. Quanto a cárie dentária, 66,7% tem um CPOD de 4 e 16, considerado alto e 38,1% dos pacientes apresentaram presença de placa bacteriana e cálculo dentário.</p> <p><strong>Conclusão: </strong>As principais complicações bucais evidenciadas durante o tratamento antineoplásico foram mucosite e xerostomia. Foi observado também um alto índice de cárie dentária, consequência de uma inadequada higiene oral.</p>2019-05-06T14:42:16-03:00##submission.copyrightStatement##http://www.journals.usp.br:80/jhgd/article/view/152305Distribuição espacial da violência doméstica contra a mulher2019-06-04T08:37:51-03:00Barbara Meira de Oliveirabarbara_meira@hotmail.comKerle Dayana Tavares de Lucenakerledayana@gmail.comRenata Grigório Silva Gomesbarbara_meira@hotmail.comHemílio Fernandes Campos Coêlhobarbara_meira@hotmail.comRodrigo Pinheiro de Toledo Viannabarbara_meira@hotmail.comRoseana Maria Barbosa Meirabarbara_meira@hotmail.com<p><strong>Introdução: </strong>A violência contra a mulher é motivada por meio da dominação existente nas relações de poder, entre elas a masculina sobre a feminina, definida como ação violenta que possa gerar lesões ou sofrimentos no âmbito físico, sexual ou mental, além de intimidações, privações do direito à liberdade ou coerções realizadas dentro e fora de casa. Esse agravo vem crescendo cada vez mais no mundo inteiro, merecendo ser discutido e combatido no âmbito das políticas públicas.</p> <p><strong>Objetivo: </strong>Analisar a distribuição espacial da violência doméstica contra a mulher no município de João Pessoa, Paraíba, Brasil.</p> <p><strong>Método: </strong>Trata-se de um estudo quantitativo, transversal, do tipo censo, que analisou todos os casos denunciados de violência doméstica contra a mulher e que residissem no município, cenário do estudo, no ano de 2017. A fonte de dados foi do tipo secundária, nas duas Delegacias Especializadas de Atendimento da Mulher – DEAM, presentes no município.</p> <p><strong>Resultados: </strong>Observou-se padrões espaciais da violência doméstica contra a mulher, como também aglomerados por toda a capital, desde os bairros considerados mais nobres, até os que vivem à margem da sociedade, comprovando que essa violência não tem distinção de classe.</p> <p><strong>Conclusão: </strong>O estudo atingiu o objetivo proposto analisando a distribuição espacial da violência doméstica no cenário da pesquisa a partir dos padrões espaciais.</p>2019-05-06T14:46:20-03:00##submission.copyrightStatement##http://www.journals.usp.br:80/jhgd/article/view/157758Prevalência de sintomas de asma e fatores de risco em adolescentes2019-06-04T08:37:51-03:00Elisangela Vilar de Assisely.vilar@hotmail.comMilana D. R. Santanaely.vilar@hotmail.comAnkilma do N. A. Feitosaely.vilar@hotmail.comMilena N. Alves de Sousaely.vilar@hotmail.comUbiraídys de A. Isidórioely.vilar@hotmail.comVitor E. Valentiely.vilar@hotmail.comFernando Luiz Affonso Fonsecaely.vilar@hotmail.com<p><strong>Introdução: </strong>A asma é a doença crônica das vias aéreas que vem apresentando um aumento na sua prevalência entre os adolescentes nas últimas décadas. Os fatores relacionados com o seu desencadeamento são inúmeros, passando por fatores ambientais, genéticos, alimentares dentre outros.</p> <p><strong>Objetivo: </strong>Analisar a prevalência dos sintomas da asma e possíveis fatores de risco associados em adolescentes.</p> <p><strong>Método: </strong>Trata-se de um estudo transversal, descritivo e quantitativo realizado em 104</p> <p>adolescentes de 13 e 14 anos, de ambos os sexos, de quatro instituições de ensino: três privadas e uma pública. Os participantes responderam a dois questionários: um sobre os fatores de risco para doenças alérgicas e o outro sobre os sintomas da asma (ISAAC módulo asma).</p> <p><strong>Resultados: </strong>Responderam ao questionário 104 adolescentes: 54,8% meninas e 45,2% meninos. Os voluntários do sexo masculino apresentaram mais asma ativa (64,%) que as voluntárias (20%) (p = 0,01) e também tiveram mais asma diagnosticada (34,4%) do que as voluntárias (6,1%) (p = 0,04), além de mais chiado no peito após exercício (34,4%; 12,1%) (p = 0,03). Com relação à associação entre os sintomas e os fatores de riscos observou-se uma relação estatisticamente significante entre presença de sibilos e hospitalizações para as meninas de escolas públicas (p=0,05).</p> <p><strong>Conclusão: </strong>Houve maior frequência de adolescentes do sexo masculino com asma ativa, asma diagnostica e sibilos após exercício físico. Por outro lado, as meninas da escola pública apresentaram um maior risco de hospitalização na presença de sibilos. Os demais fatores de riscos não apresentaram associações estatisticamente significantes com os sintomas da asma.</p>2019-05-06T15:06:33-03:00##submission.copyrightStatement##http://www.journals.usp.br:80/jhgd/article/view/157760Acidentes ofídicos no Município de Tarauacá, Acre, Oeste da Amazônia brasileira2019-06-04T08:37:51-03:00Clarine de Oliveira Saboiasnakebernarde@hotmail.comPaulo Sérgio Bernardesnakebernarde@hotmail.com<p><strong>Introdução: </strong>Os acidentes ofídicos constituem um problema de saúde pública, sendo considerada uma emergência clínica comum em vários países tropicais, principalmente em regiões de zona rural e florestadas, onde esses animais são mais frequentes. É estimado ocorrerem aproximadamente 28.800 casos anuais de acidentes ofídicos no Brasil, com uma média de 119 óbitos, no qual a região Norte apresenta a maior incidência. Todavia, a precisão desses dados acaba sendo questionada, pois devem ocorrer muitas subnotificações e mesmo não notificações por questões logísticas e geográficas ou decorrentes ao despreparo quanto à identificação precisa do agravo.</p> <p><strong>Objetivo: </strong>Descrever características epidemiológicas dos casos notificados de vítimas de acidentes ofídicos no município de Tarauacá (Acre), comparando o coeficiente de morbidade com outras regiões amazônicas e observar possíveis fatores associados ao surgimento de complicações dos casos.</p> <p><strong>Método: </strong>Trata-se de um estudo descritivo retrospectivo através da análise das informações clínicoepidemiológicas das fichas de notificação do Sistema de Informação de Agravos de Notificação de vítimas de acidentes ofídicos ocorridos durante o período de 2012 a 2016 em Tarauacá.</p> <p><strong>Resultados: </strong>Foram registrados 96 casos durante o período de estudo, sendo a maioria (95,8%) classificada como botrópico, seguido de laquéticos (3,2%) e um por serpente não peçonhenta (1%). Nenhum óbito foi registrado. Os acidentes foram mais frequentes na área rural (87,5%), sendo um acidente ocupacional, acometendo principalmente indivíduos adultos do sexo masculino em seus membros inferiores. A maioria ocorreu durante a estação chuvosa e teve correlação positiva com a pluviosidade.</p> <p><strong>Conclusão: </strong>O coeficiente de morbidade registrado em 2016 (72,5 casos por 100.000 habitantes) foi maior do que o registrado em Cruzeiro do Sul e Rio Branco e também para os estados do Acre e Amazonas. Apesar da maioria dos pacientes receber a soroterapia dentro das primeiras seis horas, muitos recebem o devido atendimento hospitalar após 24 horas decorrido o envenenamento, sendo um fator associado ao surgimento de complicações.</p>2019-05-06T15:08:09-03:00##submission.copyrightStatement##http://www.journals.usp.br:80/jhgd/article/view/157763Um caso raro de quarto molar maxilar: um relato de caso2019-06-04T08:37:52-03:00Valdelias Xavier Pereiravx.pereira@unifesp.brAlan Patricio da Silvavx.pereira@unifesp.brJuliana Spat Carlessovx.pereira@unifesp.brMarcelo Ferraz Camposvx.pereira@unifesp.br<p><strong>Introdução: </strong>O objetivo deste relato de caso clínico é descrever a presença de quarto molares bilaterais. A ocorrência de dentes supranumerários (ST) é uma anomalia dentária relativamente incomum. É ainda mais incomum encontrar pacientes com dentes distomolares também denominados dentes do quarto molar.</p> <p> <strong>Apresentação do caso: </strong>Este artigo descreve um caso clínico de um paciente de 24 anos que apresentava quarto molar superior, diagnosticado por radiografia dentária, e resolução cirúrgica do caso.</p> <p><strong>Conclusão: </strong>A cirurgia de extração dentária foi o procedimento clínico escolhido para tratar o dente impactado.</p>2019-05-06T00:00:00-03:00##submission.copyrightStatement##