Comunicação popular e comunitária como alternativa à imprensa londrinense: um estudo de caso da ocupação Flores do Campo

Autores

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2176-1507.v22i2p66-83

Palavras-chave:

Comunicação popular e comunitária, Comunicação Comunitária, Ocupações urbanas, Ocupação Flores do Campo

Resumo

Em outubro de 2016, em Londrina (PR), centenas de famílias ocuparam o empreendimento “Jardim Flores do Campo” do Programa Minha Casa Minha Vida, cuja construção estava paralisada. Deste então, observou-se uma postura de depreciação, por uma parcela da imprensa, dos moradores do local. Neste quadro, formou-se um grupo que se inseriu na ocupação para realizar oficinas práticas de comunicação. Este estudo apresenta parte dos resultados obtidos a partir das oficinas; discorre sobre a ocupação Flores do Campo; apresenta as ideias da teoria de comunicação popular e comunitária; e faz um estudo de caso específico. Por meio deste estudo, percebemos a difusão de conteúdos que amplificaram a posição e voz dos moradores, com viés alternativo em relação à imprensa local; além da criação de um canal próprio da ocupação.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Gabriel Pansardi Ruiz, Universidade Estadual de Londrina

Mestrando do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Estadual de Londrina (UEL). Especialista em Comunicação Popular e Comunitária pela mesma Universidade. Jornalista graduado pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp).

Alana Nogueira Volpato, Universidade Estadual Paulista

Doutoranda em Comunicação pela Universidade Estadual Paulista (Unesp - Bauru). Bolsista da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). Mestre em Comunicação, Especialista em Comunicação Popular e Comunitária e Bacharel em Comunicação Social - Relações Públicas pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). 

Referências

BOULOS, Guilherme. Por que ocupamos? Uma introdução à luta dos sem-teto. São Paulo: Scortecci. 2012.

BOULOS, Guilherme. De que lado você está?: reflexões sobre a conjuntura política e urbana no Brasil. 1. ed. São Paulo: Boitempo, 2015.

MIANI, Rozinaldo. Os pressupostos teóricos da comunicação e sua condição de alternativa política ao monopólio midiático. Intexto, Porto Alegre, UFRGS, v. 2, n. 25, p.221-223, dez. 2011. Disponível em: http://www.seer.ufrgs.br/intexto/article/viewFile/16547/14492.

PELOSO, Ranulfo. Trabalho de base: seleção de roteiros organizados pelo Cepis/ Ranulfo Peloso (org.) 1.ed. São Paulo: Expressão Popular, 2012.

PERUZZO, Cicília M. K. Desafios da Comunicação Popular e Comunitária na Cibercultur@: Aproximação à proposta de Comunidade Emergente de Conhecimento Local. In: Ciberlegenda, v. 2, n. 25, Rio de Janeiro, 2011. Disponível: http://www.ciberlegenda.uff.br/index.php/revista/article/viewFile/488/285. Acesso em: 30 maio 2018.

ROLNIK, Raquel. Guerra dos lugares: a colonização da terra e da moradia na era das finanças. 1. ed. São Paulo: Boitempo, 2015.

RUIZ, Gabriel Pansardi. A comunicação popular e comunitária e o midiativismo em ação em uma ocupação urbana: a ocupação Flores do Campo – Londrina (PR). 142. Trabalho de Monografia de Pós Graduação em Comunicação Popular e Comunitária – Universidade Estadual de Londrina, Londrina, 2018.

Downloads

Publicado

2020-07-15

Como Citar

Ruiz, G. P., & Volpato, A. N. (2020). Comunicação popular e comunitária como alternativa à imprensa londrinense: um estudo de caso da ocupação Flores do Campo. Revista Alterjor, 22(2), 66-83. https://doi.org/10.11606/issn.2176-1507.v22i2p66-83