Utilização de indicador de gravidade como fator preditivo do uso de recursos em transplante hepático

Autores

  • Flavia Regina Cocuzza das Eiras Universidade Nove de Julho
  • Antonio Pires Barbosa Universidade Nove de Julho
  • Eliseth Ribeiro Leão Hospital Israelita Albert Einstein; Instituto de Ensino e Pesquisa
  • César Augusto Biancolino Universidade CEUMA

DOI:

https://doi.org/10.1590/S0080-623420160000500006

Palavras-chave:

Transplante de Fígado, Gravidade do Paciente, Gestão em Saúde, Recursos em Saúde, Enfermagem Perioperatória

Resumo

OBJETIVO Avaliar o uso do indicador de gravidade para doenças hepáticas terminais como fator preditivo do uso de recursos em um hospital-escola de São Paulo. MÉTODO Estudo descritivo, retrospectivo, classificando variáveis independentes em sete dimensões principais: identificação/classificação de risco; tempo de permanência/uso de suporte avançado à vida; exames de imagem; análises clínicas; procedimentos especiais; hemoderivados em unidade de terapia intensiva; e em centro cirúrgico. As frequências foram analisadas por regressão linear com análise de variância para detecção de relevâncias face à variável dependente (indicador de gravidade) em 76 casos atendidos em 2013. RESULTADOS Dentre as variáveis estudadas, apresentaram relevância em função do escore de risco funcional as dosagens laboratoriais de bilirrubina, amilase, transaminase, hemograma, creatinofosfoquinase (p<0,05), procedimentos hemoterápicos plasma fresco congelado (PFC) e concentrado de plaquetas (p<0,05), e imagem Ecodoppler (p<0,07) CONCLUSÃO Face aos resultados/propósito do estudo conclui-se que o indicador apresenta potencial capacidade preditiva no uso de recursos pós-operatórios de receptores de fígado nas dimensões, análises clínicas, imagens e hemoterapia.

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Publicado

2016-08-01

Edição

Seção

Artigo Original

Como Citar

Eiras, F. R. C. das, Barbosa, A. P., Leão, E. R., & Biancolino, C. A. (2016). Utilização de indicador de gravidade como fator preditivo do uso de recursos em transplante hepático. Revista Da Escola De Enfermagem Da USP, 50(4), 579-586. https://doi.org/10.1590/S0080-623420160000500006