"Gabriela, cravo e canela" e o degelo soviético: o apagamento da primeira obra escrita por Amado após "Os subterrâneos da liberdade"

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2447-8997.teresa.2018.146115

Palabras clave:

Literatura Brasileira, Jorge Amado, stalinismo

Resumen

Este artigo aponta, com base em pesquisas nos arquivos soviéticos, para a existência de uma obra, nunca publicada, entre Os Subterrâneos da Liberdade e Gabriela, Cravo e Canela, e a transformação do posicionamento público de Amado com o discurso secreto de Khruschov - que possivelmente ocasionou o apagamento daquela.

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Biografía del autor/a

  • Marina Fonseca Darmaros, Universidade de São Paulo

    Marina Darmaros é doutoranda do Departamento de Cultura e Literatura Russa da Universidade de São Paulo (USP). Foi pesquisadora no Departamento de Filologia da Universidade Estatal de Moscou Lomonóssov e tem mestrado em Jornalismo pela Universidade Russa da Amizade dos Povos (Patrice Lumumba). Atualmente, pesquisa as conexões entre o escritor brasileiro Jorge Amado e a União Soviética, com foco nos arquivos soviéticos armazenados em Moscou e no gatekeeping e cotejo da obra original com suas traduções para o russo. Contato: marinadarmaros@gmail.com

Publicado

2018-12-13

Número

Sección

Artigos

Cómo citar

Fonseca Darmaros, M. (2018). "Gabriela, cravo e canela" e o degelo soviético: o apagamento da primeira obra escrita por Amado após "Os subterrâneos da liberdade". Teresa, 1(19), 211-227. https://doi.org/10.11606/issn.2447-8997.teresa.2018.146115