O erótico, o chulo e o obsceno em traduções e adaptações de William Shakespeare: Hamlet, Romeu e Julieta e Otelo

Autori

  • Marilise Rezende Bertin Universidade de São Paulo

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2359-5388.i10p47-70

Abstract

Em Shakespeare After All,1 Marjorie Garber inicia o texto com a
seguinte frase: “Cada época cria seu próprio Shakespeare”. A partir dessa afirmação, ela não somente sustenta que as peças do famoso dramaturgo (1564-1616) transcenderam o tempo e o espaço físico alcançando perenidade, como também, de uma outra maneira, assevera que cada momento histórico recria seu próprio Shakespeare, assim como cada um compreende as peças do bardo dentro de um contexto específico e segundo sua visão particular.

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Biografia autore

  • Marilise Rezende Bertin, Universidade de São Paulo
    Marilise Rezende Bertin é professora de inglês e português, diplomada em letras pela USP, com licenciatura plena obtida pela Faculdade de Educação da mesma universidade. É mestre em literatura inglesa na USP. Trabalha com adaptações de peças de William Shakespeare juntamente com John Milton, seu orientador. Com ele escreveu Hamlet (Disal, 2005), Romeu e Julieta (Disal, 2006) e Otelo (Disal, 2008).

Pubblicato

2009-08-01

Fascicolo

Sezione

Não definida

Come citare

O erótico, o chulo e o obsceno em traduções e adaptações de William Shakespeare: Hamlet, Romeu e Julieta e Otelo. (2009). Cadernos De Literatura Em Tradução, 10, 47-70. https://doi.org/10.11606/issn.2359-5388.i10p47-70